07 Fevereiro 2010
11 Janeiro 2010
Olá a todos
Daí que para além da minha gratidão e até reconhecida estima por todos vós, eu tenha sentido o dever, o gostoso dever, de sobrepor às minhas "ocupações" a necessidade de vir até vós para vos confessar quanto me ajudam, e quanto "alindam" os meus dias com as vossas presenças sempre generosas.
Mas...há sempre um mas nas história por mais bonitas que sejam...
Acontece que veio comigo, depois do Natal a minha muito querida e única Irmã.
Acontece que tem estado de cama com uma hérnia discal... e acontece que o meu tempo se tem esvaído com esses cuidados e quando a noite cai, já o coração não comanda a minha vontade, mas, sim uma vontade iniludível de descansar, a que obedeço sem reclamar.
30 Dezembro 2009
22 Dezembro 2009
Natal - 2009
Até ao Ano Novo, estarei, se Deus quiser, fora de Elvas. Na hora de partir venho deixar-vos escrita a mensagem que para vós guardo no coração:
Um abraço grande
Maria José e Paula
12 Dezembro 2009
92 - Natal
03 Dezembro 2009
Poema...
10 Novembro 2009
27 Outubro 2009
Como nasce um poema
Maria José Rijo
23 Setembro 2009
"Desabafo"
16 Setembro 2009
São Mateus
Setembro, em Elvas, é o mês das festas da cidade.Setembro, em Elvas, é por excelência, o mês das tradições.
Se, pelo Natal e pela Páscoa no mundo inteiro se revivem velhos ritos e se procura ressuscitar as centelhas de Amor e de Fé que habitam em cada ser humano, por mais afogadas em cinzas que elas se encontrem…
Com as festas regionais é diferente!
Neste mês de Setembro são os costumes locais que despertam. É a região, em si, que fala pelo alvoroço dos seus habitantes. É o espreguiçar do rame-rame, é o ressurgir das vontades. É o… vamos caiar a frontaria? – Vamos pintar o chão? E… a cortina nova para a porta – que tal? E…, a saia que se desejou? – O lenço que se sonhou, a prenda que se quis dar? – Será? – Não será?
- Talvez! Talvez se torne possível – é São Mateus!É a magia do sonho a imiscuir-se na dureza da realidade do dia a dia.
É a Poesia. É o vibrar da alma das coisas, das recordações, a acenar, como asa que passe rente aos olhos.
É o contar e recontar dos “cobres”!
- Dará para a carne de borrego? – Para o bolo de que tanto se gosta e de que já quase se perdeu o jeito de fazer! – Com o açúcar ao preço que está!
- E os ovos?! – Mais cara a dúzia do que a galinha, ainda outro dia… É verdade! – Pois é! – Mas é São Mateus.
E o Santo lá vai emprestando o Nome, como aval da coragem que se cria para gastar em extras o que num ano inteiro a rigidez do orçamento garantiu como impossível.- É o milagre a acontecer. As ruas enchem-se dos cheiros antigos, que irradiam das ousadias das donas de casa…
Cheira a assado! – A “coxo frito”! – a azeite quente fritando costeletinhas panadas… a bolos no forno…Cheira a foguetes, a churrasco na feira, a vinhos e petiscos!
Cheira a alegria, a fé renovada no viver, a sonhos saciados no riso das crianças… a choro de fato novo estragado na queda imprevista…Cheira a Setembro em Elvas com o Outono a insinuar-se no bailado das folhas secas pelo chão. Cheira a São Mateus!
Vamos ao arraial? Vamos?
Vamos todos atrás dos Pendões.
Vamos que a festa é nossa e … Bendito seja o Senhor Jesus da Piedade.
Maria José Rijo
17 Agosto 2009
11 Agosto 2009
A Conchinha e a Tia
Sei que poderia aduzir milhentas explicações e todas verdadeiras –

Num dia em que lhe prometi comprar conquilhas –
-- Senhor homem! – Passou por aqui uma velhota a comprar conquilhas?
07 Julho 2009
11 Junho 2009
Regresso:
10 Junho 2009
Postal de Aniversário
“Ladainha à água dos cântaros”
de onde respinguei:
Louvada seja a água prisioneira
Das bilhas postas em linha
Numa cerrada fileira
Sobre os poiais da cozinha
E de:
“O Elogio do Púcaro”
Tu és a minha companha
Eu tenho-te à cabeceira
Ò pucarinho de barro
Enfeite da cantareira
10 Abril 2009
06 Abril 2009
Venham Comigo
Obrigada pela companhia, é sempre bom estar convosco.
Com azeite se faz o sinal da cruz abençoando, com azeite se faz
No princípio e no fim da vida dos cristãos o fruto dessa árvore
06 Março 2009
Entardecer
04 Março 2009
07 Fevereiro 2009
Preciso de amar
Maria José Rijo
03 Fevereiro 2009
25 Janeiro 2009
08 Janeiro 2009
Entrevista-Set. 2008-Radio Elvas
Da Rádio Elvas
Entrevistou - Marina
Durante a inauguração da Exposição Percurso
No Museu de Fotografia
19 de Setembro de 2008
Procurei fazer, como que: um busquejo começando do princípio dos meus trabalho porque, tenho recordações, como toda agente afinal tem, mas às vezes têm só recordações, só a lembrança e não têm testemunho e eu, com a mania de guardar coisas, não é que eu seja coleccionadora, mas, junto coisas, tenho amor, aos papeis, aos trapos, junto, transformo, faço bonecos, faço coisas que então comecei a juntar desde há muito e portanto, é uma história contada, justamente por isso, com trabalhos.
QUAL A OBRA QUE DESTACARIA?Penso que do ponto de vista da originalidade, seriam os trabalhos de conchas porque não são trabalhos feitos com conchas bonitas, é aproveitar as sugestões dos cacos, das conchas partidas, que são as que mais me falam, porque afinal de contas aquelas que têm mais história.
Estão partidas porque viveram, foram quebradas por alguma coisa porque já aturaram muita maré, muito céu, muito sol, muita lua e é aproveitar isso para dar-lhes formas novas
Ás vezes perguntavam-me assim – como é que fazes?e eu respondia – corto o que me sobra.
E era realmente assim.
Eu via o boneco lá dentro e depois começava a tirar daqui, dalém, dacolá – chegava a ter febre – o meu marido as vezes dizia-me: “Não fazes mais nada!”
Cheguei a ter 38,5 de temperatura da excitação porque eu era a primeira pessoa a ver o que saía.E era isso.
A SUA COLECÇÃO É MUITO VASTA DESDE CHAVES, A MADEIRA PASSANDO POR CONCHAS…
Eu acho que na vida é tudo bonito e não acho que as coisas quebradas sejam todas lixo e nem de deitar fora.
E depois, por exemplo, tenho ali um quadrinho, feito de quase nada. Eu tinha uma única sobrinha, como tenho uma única irmã e ela era de uma gentileza, extraordinária.
Uma vez cheguei lá a Lisboa, bati à porta e ela não estava. Eu esperei, um quarto de hora, até que ela regressou e abriu a porta.
Segunda vez, ela tinha a chave da casa, com uma etiqueta a dizer Casa de Lisboa – “nunca mais a minha querida tia, espera à porta”
07 Janeiro 2009
Saudades
Nº 2.746 – 30 – Janeiro de 2004
# - 7 de Janeiro de 2004 #
Maria Barbara Trinité Rosa e Maria José Rijo, participam a todas as pessoas interessadas, que no dia 7 de Fevereiro, pelas 11 horas, será celebrada na Igreja do Salvador, missa do trigésimo dia pelo eterno descanso de sua santa mãe – a avó Ana.
Desejam também, em seus nomes pessoais, de netos, bisnetos, trinetos, sua desvelada empregada e amiga Bia, da querida Paulinha e de todos os demais “netos do coração” que com seus cuidados ajudaram a amparar as fragilidades dos seus quase cento e quatro anos – agradecer as orações, a companhia, as flores e todo o apoio que por qualquer forma lhes tenha sido expresso por tão irreparável perda.
Para todos em geral uma palavra de gratidão extensiva à Fundação Gonçalves, sempre disponível com o seu pessoal eficiente, representado neste caso com a presença diária da Lina e da Paula; bem como às enfermeiras Céu Garcia e Goretti, impecavelmente prontas e carinhosas na sua ajuda.
Desejam ainda, muito veementemente, tornar público o especial reconhecimento que lhe merece o Doutor Luís Monteiro, que ao longo de quatro anos, em que começando por ser médico assistente, sabedor e eficiente se transformou no amigo atento e protector, que, nas horas finais, agiu como o missionário iluminado e piedoso – o Homem – cujo espírito de missão e generosidade, transcende a própria condição humana.
Um aceno de coração, também para a minha companheira do “velho” Colégio Luso – a Querida Céu Barradas – cuja mão amiga, mais uma vez, segurou a minha nos maus bocados do meu longo caminho.
Permita-se-me ainda uma especial referência ao Senhor Presidente da Câmara, a quem politicamente já tenho criticado, mas que teve a grandeza de alma de não confundir as águas, o que só posso registar com grato e comovido respeito.
A todos, e para todos, sem excepção, o profundo reconhecimento de todos nós.
Maria José Rijo
02 Janeiro 2009
22 Dezembro 2008
Natal
07 Dezembro 2008
Minha Mãe
Deu-me a vida e o mundoSeus sonhos
06 Dezembro 2008
20 Novembro 2008
11 Novembro 2008
08 Novembro 2008
Entrevista-19 Set.-Radio Renascença
ENTREVISTAaos microfones
da Rádio Renascença/Elvas
No dia da Inauguração da Exposição Percurso
no Museu de Fotografia
- 19 de Setembro de 2008
Entrevista – Sandra Gomes
MJR – Pois, já lhe disse que comecei pelo retrato da Minha Mãe, quando se casou e do meu Pai, depois dos últimos retratos dos meus Pais.A minha Mãe no dia em que fez 100 anos, veio a falecer com 104, o meu Pai aos 81 anos, foi quando faleceu.
Depois é a minha história, as fotos do meu marido quando nos conhecemos, a nossa fotografia de casados, o enquadramento familiar dele, no emprego, a faculdade de ciências, em Coimbra, o Jornalismo. Enfim é uma súmula de todas as coisas.
Todas as coisas têm um princípio, o meu foi assim…
Prémios de outras exposições, trabalhos de conchas, de artesanato em madeira, depois a época em que eu pintava gessos e depois a pintura a óleo.
Nalgumas – como este painel aqui – é um bocado critica social, por exemplo – aquele canhão com LOVE, a “Paz possível” chamo eu àquilo, como numa altura em que só se fala de paz é a morte, porque é a guerra que impera continuamente, uma espécie de critica social.
Isto aqui também tem que ver com as infra-estruturas, os pedreiros a fazerem prédios magníficos e depois aqui a aquecerem a panelinha da comida ,num lume qualquer.Este desfazamento, entre a grandeza, às vezes do que se faz e do que se mostra e a pobreza com que se vive.
A isto chamei BIAFRA – com crianças – porque me faz um pavor, uma coisa horrível, que as crianças passem fome. É uma coisa intolerável.E depois um raminho de Flores, que há sempre um sorriso que em qualquer altura, mesmo na mágoa, ás vezes…
As árvores do Jardim que são a minha paixão.
Jogos florais Luso-espanhóis em que ganhei alguns prémios, mais gessos…
Isto é uma camisinha, que a minha Mãe guardava com muito carinho, que nós vestimos
Fomos três raparigas e as três fomos baptizadas com esta camisinha. Portanto a mais velha teria hoje 86 anos. Esta camisa tem 86 anos.São coisas de ternura que eu guardo 
Isto é no tempo em que a iluminação era a petróleo, pelo menos, no campo, onde nós vivíamos, as minhas avós e as minhas tias com toda a paciência deixavam-se retratar ao serão e eu agarrava no lápis e no papel e fazia.
A minha avó Maria Constança, a tia Chica, a avó Maria Barbara, é claro, o meu Pai e a minha Mãe, não tinham pachorra para aturar essas coisas, mas as avós, são as avós.
Acho que… enfim, saiu-me aquilo.
Isto é a dor da minha vida, que é a Quinta do Bispo.Isto são os tarecos lá de casa, que eu ás vezes juntava para pintar.
Aqui é uma colecção de presépios de conchas.
Depois vamos por este lado
Está o Alentejo, a sua lonjura, porque isto são as coisas que eu pinto de cor, pinto em casa.Pinto a Emoção que as coisas me dão.
Isto é a imagem dos sobreiros que sempre achei fantasmagóricas, são lindos, mas arrepiam-me
Isto eram as árvores das Caldas da Rainha, que eu vivia em frente da mata.
Isto são as recordações que eu tenho do mandato da Câmara, que achei muito importantes. São os meus camaradas de trabalho.Foi a Fundação da Escola de Música, foi a fundação do Coral, foi a criação da Casa da Cultura. Foram uma série de coisas que hoje estão esquecidas do grande público, mas que aconteceram na época do João Carpinteiro.
Do Dia Mundial da Música, os Postais de Gastronomia que tiveram um êxito extraordinário, que a Câmara teve com aquele trabalho que foi feito.
Todas as coisas da Câmara, que fui eu que fiz – nunca são obra de um só, isto é da responsabilidade de um grupo, mas ás vezes agente tem mais interesse porque teve uma ideia e a coisa resultou.

É um livro da Escola, um livro de Ciclo com um poema meu.
Isto foi uma história de capa que eu escrevi para as Luzitas, há uns quantos anos .R.R – Muitos dos objectos que podemos ver nesta exposição, são obras, objectos particulares, Objectos seus?
MJR - Sim, são coisas minhas de que eu gosto. Olhe, por exemplo, esta foi a minha única sobrinha, filha da minha irmã, e que era uma pessoa encantadora, e ofereceu-me a chave da casa dela de Lisboa, para eu não ter de bater à porta.
Ela morreu. Essa casa fechou-se.Eu tenho aqui a chave, pus o retrato dela com os quatro filhos, a minha Mãe, que viveu com ela muito tempo e a avó, que lhe tinha dado a casa.
Portanto isto é o molho da chave da avó Madalena e este é o molho das chaves das malas da minha Mãe.
São saudades, são retalhos de vida!
- E depois…Isto são canivetes.
Olhe, alguns têm uma história muito engraçada. Amigos que me davam – o Sr. Couto que Deus tem, que morreu, eu sei lá há quanto tempo, ofereceu-me o canivete com que cortava os calos, porque estava apaixonado pelos meus trabalhos de madeira. O Dr., que agora não me ocorre o nome dele, ofereceu-me este canivete de Albacete, que lhe deu o padrinho, quando ele fez sete anos.Este deu-me o meu cunhado Eduardo. Como eu trabalhava em madeira toda a gente me dava faquinhas, depois deixei de trabalhar em madeira e emoldurei-as. Estão aqui.
São Salas de Gente.
São memórias, retalhos de vida.
Estes são os meus bonecos de madeira que estão aqui.São feitos a canivete, com alguns canivetes desses.
Isto que também tem alguma graça, são os dedais da minha avó, da minha bisavó, das minhas tias.
Estão todos identificados com as datas.Isto é um bordado, que é da minha tia Chica, que morreu com oitenta e tantos anos e era habilidosíssima.
E estas são as Senhoras donas dos dedais:
A minha avó Maria de Jesus, a minha avó Maria Barbara, a tia Feliciana, a minha Mãe, a avó Maria Constança, a tia Chica e a prima Albertina.
É uma maneira de viver e estar na vida.
Pronto… isto são os registos que estão aqui, mais ou menos oitenta… 
Mais umas coisas e pronto… aqui tem. É a exposição.
RR- E assim temos um pedaço de história…
MJR – E aqui temos retalhos que somados são dias da minha vida!
R.R.—Exactamente Margarida Gonçalves, depois desta visita guiada a todas as obras aqui em exposição, no Museu João Carpinteiro.
Se ficaste com curiosidade e isso mesmo digo aos nossos ouvintes, aproveitem.
A exposição vai estar aqui neste mesmo espaço até ao dia 9 de Novembro.
São exposições que juntam pequenas montagens de recortes de jornais, fotografias, postais, pinturas e outros objectos feitos por esta artista, Maria José Rijo.
Objectos feitos de madeira, objectos feitos de conchas, objectos feitos com bordados e outros acessórios que fazem parte da vida desta artista.
Margarida, daqui é tudo, do Museu João Carpinteiro.
Já sabe, pode muito bem passar por aqui e assistir um pouco deste percurso de vida.
RR- Muito obrigada Sandra Gomes, que está em directo do Museu de fotografia João Carpinteiro, em Elvas, pode ver assim, esta exposição baseada nas memórias de Maria José Rijo. Mesmo em época de São Mateus até ao próximo dia 9 de Novembro.
06 Novembro 2008
Na Revista In Alentejo
IN ALENTEJOREVISTA
Nº 9 (44 mensal)
Novembro – 2008
“PERCURSO” de MARIA JOSÉ RIJO
No Museu de Fotografia
“Percurso”, de Maria José Rijo, é o título da Exposição patente de 19 de Setembro a 9 de Novembro na sala de exposições temporárias do Museu Municipal de Fotografia, em Elvas.Esta mostra, construída por registos, quadros e muitos outros trabalhos da ilustre Maria José Rijo, foi inaugurada na tarde de 19 de Setembro. O acto inaugural contou com a presença de dezenas de pessoas que fizeram de questão de acompanhar a autora do espólio e o director do museu neste momento.
À “InAlentejo”, João Carpinteiro, director do Museu, disse que esta exposição “é muito grande” e “muito diversificada”. A mostra abrange trabalhos que vão desde os quadros às conchas, aos livros e aos bonecos. “Toda a sua vida está aqui espelhada. Há registos desde a altura do Liceu até aos dias de hoje”, referiu.
A sala de exposições temporárias, onde estão patentes as peças, foi decorada de acordo com a sala de Maria José Rijo, onde se encontram grande parte dos trabalhos expostos. “Depois disto estar aqui arranjado, pensei: ‘Eu tenho isto tudo em casa’. A verdade é que tenho e a maior parte destas coisas são da minha sala. Agora, quando entro aqui, sinto-me em casa e em minha casa não me sinto bem, uma vez que está vazia”, referiu a autora da exposição.Doar este espólio é, segundo João Carpinteiro, um sonho de Maria José Rijo e esta exposição “Percurso” pode ser “o arranque” para a sua concretização. “Vamos ver o que é que o futuro nos reserva”,acrescentou.
03 Novembro 2008
01 Novembro 2008
28 Outubro 2008
21 Outubro 2008
19 Outubro 2008
14 Outubro 2008
09 Outubro 2008
03 Outubro 2008
02 Outubro 2008
01 Outubro 2008
29 Setembro 2008
28 Setembro 2008
Curriculum Vitae

Curriculum Vitae# 1952 – Artesanato – 1º prémio – Jogos Florais de Portugal
– Quadra
# 1953 – 10º Jogos Florais Luso Espanhóis
Foi premiado em: - Prémio de Poesia Lírica
- Quadra
# 1954 a 25 de Abril de 1974 – Começa a colaborar com histórias infantis para o Programa Infantil da Emissora Nacional
# 1972 – Representação da História no Castelo pelos alunos do 1º ciclo de Lamego (na festa de fim de curso)
# 1956 – Publicou “E vim cantar…”
#1957 – História da capa da revista Lusitas
- 1º Prémio de Artesanato – Exposição Artes e ofícios de
Elvas
# 1958 – Colaborou em vários números na revista “Os nossos
filhos”
# 1960 – Colabora – Alentejo Ilustrado – dá entrevistas
-- Correio da Beira – Guarda
# 1965 – Exposição “Lembranças do Mar” no S N L – no Palácio
Foz em Lisboa
# 1964 – Exposição em Conchas – no Chiado na casa “Leonel”
# 1968 – 1º Prémio da Melhor Carta do Mês – do Diário Popular
# 1982 – 1º Prémio – Jogos Florais – Antigos Alunos Liceu de
Beja
# 1984 – Exposição Trabalhos – Câmara Municipal de Elvas
-- Colaboração com trabalhos seus – Exposição Presépios
– Junta de Turismo Estoril
# O Globo – Livro de Leituras para o Ciclo Preparatório do
ensino Secundário – engloba poema seu
# Exposições várias de Artesanato
# Colabora em Exposições de Pintura
# de 1986 – 1989 – Vereadora da Cultura e Turismo na Câmara
Municipal de Elvas
# Colaboração no Jornal O Dia
# Escreveu textos para catálogos de Pintores e programas de
Festas
# Colaborou na Revista Norte-Alentejo
# Colabora no Jornal Linhas de Elvas para onde escreveu mais de
500 artigos de opinião
# 2000 – Publicação do Livro Rezas e Benzeduras
27 Setembro 2008
25 Setembro 2008
Drª Glória Marques - disse:
Há pessoas excepcionais que nos é dado amar mas que poderiam ter rompido o registo da aldeia e ter-se feito ao mundo, para refazer, com conchas, bunho ou fotografias escolhidas – um casal jovem apaixonado em passeio, a mulher movimento infinito, a paixão não a detém, ele leva-a pelo braço: uma menina aconchega um cachorrinho ao colo, a expressão da menina resume a fragilidade fatal da infância.A vida de Maria José Rijo no Museu de Fotografia de Elvas, até 9 de Novembro, pela mão da Aldeia.
Jornal Linhas de Elvas
25-Setembro de 2008--- Nº 2.987
No dia da Inauguração
Jornal Linhas de ElvasNº 2.987 – 25-Setembro-2008
Por: Nuno Barraco“Percurso”, de Maria José Rijo, é o título da exposição que se encontra patente no Museu de Fotografia. A mostra, constituída por cerca de 80 registos, foi inaugurada ao final da tarde de sexta-feira, dia 19, e pode ser visitada até 9 de Novembro.
De acordo com João Carpinteiro, director do Museu, trata-se de “uma grande exposição”, “muito diversificada”, com peças que vão desde as conchas aos quadros, passando pelos livros e pelos bonecos.
“Andei atrás da D. Maria José Rijo e pedi-lhe que um dia expusesse os seus trabalhos porque a cidade devia conhecer o que a senhora é para além dos artigos de opinião que escreve semanalmente no Linhas de Elvas e já são mais de 900, segundo ela me disse. Aliás, até fiz questão de ler o último que saiu, porque o acho de uma delicadeza enorme”, disse, na ocasião, o responsável pelo espaço museológico. “ Toda a sua vida está aqui espelhada. Há registos desde a altura do Liceu até aos nossos dias de hoje”, acrescentou.
João Carpinteiro conhece “todos estes trabalhos”, pois desloca-se “semanalmente” a casa de Maria José Rijo. “É uma amiga de longa data, desde os tempos em que foi vereadora da Cultura”, frisou.
O espaço onde se encontra a mostra ficou de tal forma decorada que parece mesmo a sala de Maria José Rijo. “Depois disto estar aqui arranjado, pensei: Eu tenho isto tudo em casa. A verdade é que tenho e a maior parte destas coisas são da minha sala. Agora, quando entro aqui, sinto-me em casa e em minha casa não me sinto bem, uma vez que está vazia”, referiu a autora da exposição.
Maria José Rijo revelou ainda que não foi difícil convencê-la a realizar a mostra. “Gosto muito do João Carpinteiro e acho que ele tem sido um bocado injustiçado nesta cidade. Nem sempre estou de acordo com ele, mas o meu respeito por ele como pessoa, a minha amizade por ele, a minha admiração por ele e o respeito que eu tenho pela paixão que ele tem por esta cidade, isso é inquestionável. Assim, quando me pediu para fazer a exposição, disse: Sim senhor, você merece”, sublinhou.
Doar esta sala à cidade é, segundo João Carpinteiro, um sonho de Maria José Rijo, pelo que a exposição “Percurso” pode ser “o grande arranque” para essa ideia. “Vamos ver o que é que o futuro nos reserva. Ela já disse: “Se o João Carpinteiro arranjar espaço, eu deixo-lhe isto tudo a si porque sei que fica salvaguardado”.
Sobre este assunto, Maria José Rijo afirmou: “Quando se fundou a Escola de Música, tinha oferecido a maior parte destas coisas para fazer uma sala com o nome do meu marido – José de Almeida Rijo. Ninguém pegou. Agora está aqui e alguma coisa há-de acontecer”.
24 Setembro 2008
23 Setembro 2008
A Exposição Percurso

Os Bonecos de Madeira
































































Alentejo











































































































































































































